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	<title>dump &#187; Design de Comunicação (escrito)</title>
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		<title>Associações de Design Nacionais e Internacionais</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Jun 2009 15:37:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dardna</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design de Comunicação (escrito)]]></category>
		<category><![CDATA[História e Crítica do Design em Portugal]]></category>

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		<description><![CDATA[Resumo Qual será efectivamente o papel das associações na nossa sociedade e especificamente na nossa área? Se as vimos estabelecerem-se como referências obrigatórias noutras áreas porque ainda não contamos com o mesmo no Design? Será possível consegui-lo no nosso país e como? Tais são as questões que motivam a elaboração deste curto artigo que se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>Resumo</h4>
<p>Qual será efectivamente o papel das associações na nossa sociedade e especificamente na nossa área? Se as vimos estabelecerem-se como referências obrigatórias noutras áreas porque ainda não contamos com o mesmo no Design? Será possível consegui-lo no nosso país e como? Tais são as questões que motivam a elaboração deste curto artigo que se quer ligeiro e pragmático.(...)<br/>Continuar a ler sobre <a href="http://dardna.com/ldc/escrito/associacoes-de-design-nacionais-e-internacionais">Associações de Design Nacionais e Internacionais</a> </p>
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<p><small>© dardna no <a href="http://dardna.com">dump</a>, 2009. |
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		<title>Contribuições para uma Utopia: 3Shirt</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Jan 2009 20:11:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dardna</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design de Comunicação (escrito)]]></category>
		<category><![CDATA[Design de Comunicação (gráfico)]]></category>
		<category><![CDATA[Metodologias de Projecto]]></category>

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		<description><![CDATA[Título 3Shirt, um loja de t-shirts online a três cabeças. Objectivos O primeiro objectivo seria claramente tornar o projecto sustentável financeiramente. A longo prazo procura-se algum reconhecimento, melhores condições e oportunidades de criar novos projectos.(...)Continuar a ler sobre Contribuições para uma Utopia: 3Shirt © dardna no dump, 2009. &#124; Permalink &#124; Sem comentários &#124; Juntar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-2078" href="http://dardna.com/ldc/escrito/contribuicoes-para-uma-utopia-3shirt/attachment/3shirt-relatorio-finalv2_page_5"><img class="alignnone size-large wp-image-2078" title="3shirt-relatorio-finalv2_page_5" src="http://dardna.com/wproot/wp-content/uploads/2009/04/3shirt-relatorio-finalv2_page_5-605x427.jpg" alt="Contribuições para uma Utopia: 3Shirt" width="605" height="427" /></a></p>
<h3>Título</h3>
<p>3Shirt, um loja de t-shirts online a três cabeças.</p>
<h3>Objectivos</h3>
<p>O primeiro objectivo seria claramente tornar o projecto sustentável financeiramente. A longo prazo procura-se algum reconhecimento, melhores condições e oportunidades de criar novos projectos.(...)<br/>Continuar a ler sobre <a href="http://dardna.com/ldc/escrito/contribuicoes-para-uma-utopia-3shirt">Contribuições para uma Utopia: 3Shirt</a> </p>
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		<title>Cartazes de Müller-Brockmann</title>
		<link>http://dardna.com/ldc/design-iii/cartazes-de-muller-brockmann</link>
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		<pubDate>Sun, 05 Oct 2008 03:37:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dardna</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design de Comunicação (escrito)]]></category>
		<category><![CDATA[Design de Comunicação (gráfico)]]></category>
		<category><![CDATA[Design III]]></category>

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		<description><![CDATA[Designer gráfico e professor, o suíço Joseph Müller-Brockmann produziu desde 1951 um número considerável de cartazes para concertos, assim como diversas colaborações com grandes empresas, e é ainda actualmente inspiração para muitos designers. Reconhecido pelas suas formas simples e limpa utilização da tipografia, é também autor de vários textos sobre a prática do design, nos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Designer gráfico e professor, o suíço Joseph Müller-Brockmann produziu desde 1951 um número considerável de cartazes para concertos, assim como diversas colaborações com grandes empresas, e é ainda actualmente inspiração para muitos designers.</p>
<p style="text-align: left;">Reconhecido pelas suas formas simples e limpa utilização da tipografia, é também autor de vários textos sobre a prática do design, nos quais se revela um verdadeiro advogado da utilização da grelha.<br />
Considerado um dos pioneiros do “estilo suíço”, nasceu em 1914 e deixou-nos oitenta e dois anos depois.</p>
<p style="text-align: left;">(...)<br/>Continuar a ler sobre <a href="http://dardna.com/ldc/design-iii/cartazes-de-muller-brockmann">Cartazes de Müller-Brockmann</a> </p>
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		<title>A Arte como Antropologia</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Jul 2008 13:25:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dardna</dc:creator>
				<category><![CDATA[Antropologia da Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Design de Comunicação (escrito)]]></category>
		<category><![CDATA[antropologia]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>

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		<description><![CDATA[Apesar de estudar o que em comum mais temos – o humano e todas as suas relações – a Antropologia apenas se consolida verdadeiramente como ciência modernamente. Poderá isto até parecer profundamente contraditório, a verdade é que pela sua abrangência, seja entre os pólos tempo e espaço ou entre cultura e fisiologia, tardou a definição [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Apesar de estudar o que em comum mais temos – o humano e todas as suas relações – a Antropologia apenas se consolida verdadeiramente como ciência modernamente. Poderá isto até parecer profundamente contraditório, a verdade é que pela sua abrangência, seja entre os pólos tempo e espaço ou entre cultura e fisiologia, tardou a definição de focos e, sobretudo, de métodos.</p>
<p style="text-align: left;">Retrospectivamente, já a Antiguidade Clássica parece pensar-se enquanto sociedade e até em observação de outras culturas. E afinal toda a literatura de viagem, tão característica do lusitano, é também um estudo antropológico. O problema, como já o vimos, é a falta de um objecto claro, e se  os trabalhos de Darwin e as suas conclusões evolucionistas lançam um primeiro  paradigma, marcadamente etnocentrico, para pensar diferentes culturas e sociedades – a Antropologia Cultural, é o polaco Malinowski que lega a metodologia mais marcante para a disciplina, com a ideia de trabalho de campo com observação participante, sendo as suas investigações de 1915, na Austrália, disso exemplo.(...)<br/>Continuar a ler sobre <a href="http://dardna.com/ldc/escrito/arte-e-antropologia">A Arte como Antropologia</a> </p>
(...)<br/>Continuar a ler sobre <a href="http://dardna.com/ldc/escrito/arte-e-antropologia">A Arte como Antropologia</a> <hr />
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		<title>Da Psicologia na Arte</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Jul 2008 13:49:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dardna</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design de Comunicação (escrito)]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia da Arte]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Já a estética permitira (e permite) ampla discussão sobre a natureza da arte mas, provavelmente pelas suas raízes estritamente lógico-verbais, não será o suficiente para uma visão sã da globalidade da produção artística. Faz então sentido aplicar as questões levantadas em geral pela psicologia no campo particular da arte, desmistificando relações de produção e de interpretação (afinal interpretar também é produzir e vice-versa), não para concluir a superioridade de uma disciplina sobre a outra, o que seria absurdo, mas pelo contrário, compreender em que pontos se tocam realmente.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Preocupada em decifrar e compreender os impulsos, reacções e comportamentos da psique, a psicologia enquanto ciência humana abrange muito mais do que se possa comummente pensar. Se por definição o seu objecto parece uno, os fenómenos e o próprio método de estudo diversificam-se grandemente, fazendo desta esfera um campo verdadeiramente multidisciplinar: aproximando-se tanto da antropologia como da medicina, engloba ainda outros sistemas como a psicanálise, neuropsicologia ou a psicopatologia (demasiadas vezes tomada como o todo da psicologia). Em suma trata-se de esboçar processos mentais.</p>
<p style="text-align: left;">Assim, como a comunicação ou qualquer outra actividade humana, a arte também acontece, mais ou menos nitidamente, subjugada a estes processos. Já a estética permitira (e permite) ampla discussão sobre a natureza da arte mas, provavelmente pelas suas raízes estritamente lógico-verbais, não será o suficiente para uma visão sã da globalidade da produção artística. Faz então sentido aplicar as questões levantadas em geral pela psicologia no campo particular da arte, desmistificando relações de produção e de interpretação (afinal interpretar também é produzir e vice-versa), não para concluir a superioridade de uma disciplina sobre a outra, o que seria absurdo, mas pelo contrário, compreender em que pontos se tocam realmente.(...)<br/>Continuar a ler sobre <a href="http://dardna.com/ldc/escrito/psicologia-na-arte">Da Psicologia na Arte</a> </p>
(...)<br/>Continuar a ler sobre <a href="http://dardna.com/ldc/escrito/psicologia-na-arte">Da Psicologia na Arte</a> <hr />
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		<title>O designer, entre Lustig e Papanek.</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Jul 2008 03:51:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dardna</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design de Comunicação (escrito)]]></category>
		<category><![CDATA[História e Crítica do Design]]></category>

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		<description><![CDATA[..se o facto de tantos designers testemunharem sobre a sua função demonstra um acto auto-reflexivo (e já nisso a sua abrangência), prova ainda a meus olhos o quão políticas são as diversas concepções, cada uma tentado organizar a sua responsabilidade entre arte, utilitarismo e publicidade...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Definitivamente, o conceito de designer, ou antes, o seu papel na sociedade, tem vivido diversas oscilações ao longo dos tempos, entre outros revestindo-se de etiquetas caducas. Provavelmente a primeira razão para tal será a abrangência do seu campo de acção mas não seria justo ficar por aqui. Se o facto de tantos designers testemunharem sobre a sua função demonstra um acto auto-reflexivo (e já nisso a sua abrangência), prova ainda a meus olhos o quão políticas são as diversas concepções, cada uma tentado organizar a sua responsabilidade entre arte, utilitarismo e publicidade.(...)<br/>Continuar a ler sobre <a href="http://dardna.com/ldc/historia-e-critica-do-design/o-designer-entre-lustig-e-papanek">O designer, entre Lustig e Papanek.</a> </p>
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		<title>Virtualidades</title>
		<link>http://dardna.com/ldc/cultura-e-tecnologia/virtualidades</link>
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		<pubDate>Tue, 01 Jul 2008 02:46:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dardna</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura e Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Design de Comunicação (escrito)]]></category>

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		<description><![CDATA[Como processo autofágico, a “alta definição” surge a Baudrillard como fim desvirtuante.
Numa primeira leitura parece ser expressa uma preocupação generalizada quanto aos novos meios e formas de neles actuar mas já uma visão mais cuidadosa revela laços mais profundos, sendo de facto a analogia da Ópera de Pequim disso ilustração exemplar...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Ao longo do seu texto sobre “A escrita automática do mundo” Jean Baudrillard revela uma forte resistência à global virtualização da realidade. Sintetizando a ideia por ele introduzida nesse capítulo, vivemos o extermínio do real por um clone virtual, não só como absoluta desilusão relativamente a anteriores paradigmas, mas sobretudo como “resolução antecipada do mundo”. Como processo autofágico, a “alta definição” surge então a Baudrillard como fim desvirtuante.(...)<br/>Continuar a ler sobre <a href="http://dardna.com/ldc/cultura-e-tecnologia/virtualidades">Virtualidades</a> </p>
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		<title>Sobre a ideia de progresso em “Ornamento e Crime”, de Adolf Loos</title>
		<link>http://dardna.com/ldc/historia-e-critica-do-design/progresso-em-ornamento-e-crime-adolf-loos</link>
		<comments>http://dardna.com/ldc/historia-e-critica-do-design/progresso-em-ornamento-e-crime-adolf-loos#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 29 May 2008 20:31:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dardna</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design de Comunicação (escrito)]]></category>
		<category><![CDATA[História e Crítica do Design]]></category>

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		<description><![CDATA[Assim, sintetizando a sua ideia, da mesma forma que um qualquer bárbaro, a criança é amoral e será, por exemplo, menos sensível a certas nuances cromáticas. Em contrapartida, assim como o adulto saberá distinguir nuances mais delicadas como o violeta e terá já uma certa construção ética, do homem moderno serão de esperar outras atitudes (em oposição ao anterior bárbaro). Nesta linha de pensamento, sendo a ornamentação tão característica da criança quanto do bárbaro (principalmente por questões identitárias), seria de esperar que esta necessidade já não se fizesse sentir no homem moderno.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Neste manifesto Adolf Loos procura claramente aliviar o peso da ornamentação em prol da funcionalidade (sem amarras estilísticas) na produção humana em geral, começando para isso por estabelecer uma ideia de evolução paralelizada com o crescimento de um humano. Assim, sintetizando a sua ideia, da mesma forma que um qualquer bárbaro, a criança é amoral e será, por exemplo, menos sensível a certas nuances cromáticas. Em contrapartida, assim como o adulto saberá distinguir nuances mais delicadas como o violeta e terá já uma certa construção ética, do homem moderno serão de esperar outras atitudes (em oposição ao anterior bárbaro). Nesta linha de pensamento, sendo a ornamentação tão característica da criança quanto do bárbaro (principalmente por questões identitárias), seria de esperar que esta necessidade já não se fizesse sentir no homem moderno.(...)<br/>Continuar a ler sobre <a href="http://dardna.com/ldc/historia-e-critica-do-design/progresso-em-ornamento-e-crime-adolf-loos">Sobre a ideia de progresso em “Ornamento e Crime”, de Adolf Loos</a> </p>
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		<item>
		<title>Em que medida a minha realização cultural depende da minha cultura técnica?</title>
		<link>http://dardna.com/ldc/cultura-e-tecnologia/em-que-medida-a-minha-realizacao-cultural-depende-da-minha-cultura-tecnica</link>
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		<pubDate>Thu, 29 May 2008 20:24:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dardna</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura e Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Design de Comunicação (escrito)]]></category>

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		<description><![CDATA[Não será difícil partilhar a perspectiva histórica de Ellul, quando na enunciação da sua Teoria dos Três Meios fala da eminência do “Meio da Tecnologia”, tampouco entender o caminho (ou evolução) que até ele nos trouxe, mas serão tão directas as consequências deste “novo meio” quanto ele nos quer fazer entender?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Não será difícil partilhar a perspectiva histórica de Ellul, quando na enunciação da sua Teoria dos Três Meios fala da eminência do “Meio da Tecnologia”, tampouco entender o caminho (ou evolução) que até ele nos trouxe, mas serão tão directas as consequências deste “novo meio” quanto ele nos quer fazer entender?</p>
<p style="text-align: left;">De certa forma a resposta parece-me dependente da posição de cada individuo na fissura entre o seu carácter institucional (e social) e a sua individualidade, isto é, até que ponto o sujeito se responsabiliza também pela construção do “meio” que o rodeia e, por outro lado, compreende a forma como o absorve e a ele reage. (...)<br/>Continuar a ler sobre <a href="http://dardna.com/ldc/cultura-e-tecnologia/em-que-medida-a-minha-realizacao-cultural-depende-da-minha-cultura-tecnica">Em que medida a minha realização cultural depende da minha cultura técnica?</a> </p>
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		<title>As Cinco Idades do Homem</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Feb 2008 13:19:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dardna</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design de Comunicação (escrito)]]></category>
		<category><![CDATA[Estruturas e Sistemas Narrativos]]></category>

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		<description><![CDATA["Depois surgiu uma raça de bronze; caíam como frutos maduros dos freixos e aparelhavam-se com armas de bronze. Comiam tanto carne quanto pão, e deleitavam-se com a guerra, de tão insolentes e homens impiedosos que eram. A todos eles a Morte Negra os ceifou."]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><img class="alignnone size-medium wp-image-429" title="As Cinco Idades do Homem I" src="http://dardna.com/wproot/wp-content/uploads/2008/10/bp3bloggercom1.jpg" alt="As Cinco Idades do Homem" width="576" height="243" /><br />
<img class="alignnone size-medium wp-image-431" title="As Cinco Idades do Homem II" src="http://dardna.com/wproot/wp-content/uploads/2008/10/bp0bloggercom1.jpg" alt="As Cinco Idades do Homem" width="576" height="240" /><img class="alignnone size-medium wp-image-430" title="As Cinco Idades do Homem II" src="http://dardna.com/wproot/wp-content/uploads/2008/10/bp0bloggercom-11.jpg" alt="As Cinco Idades do Homem" width="576" height="243" /><br />
<img class="alignnone size-medium wp-image-432" title="As Cinco Idades do Homem IV" src="http://dardna.com/wproot/wp-content/uploads/2008/10/bp2bloggercom1.jpg" alt="As Cinco Idades do Homem" width="576" height="242" /></p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;"><strong> O Excerto:</strong><br />
<em> &#8220;Depois surgiu uma raça de bronze; caíam como frutos maduros dos freixos e aparelhavam-se com armas de bronze. Comiam tanto carne quanto pão, e deleitavam-se com a guerra, de tão insolentes e homens impiedosos que eram. A todos eles a Morte Negra os ceifou.&#8221;</em>(...)<br/>Continuar a ler sobre <a href="http://dardna.com/ldc/estruturas-e-sistemas-narrativos/as-cinco-idades-do-homem">As Cinco Idades do Homem</a> </p>
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